
O Dia Internacional da Mulher, celebrado em a 8 de Março tem origem nas manifestações femininas por melhores condições de trabalho e direito de voto, no início do século XX, na Europa e nos Estados Unidos. A data foi adaptada pelas Nações Unidas, em 1975, para lembrar tanto as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres como as discriminações e as violências a que muitas mulheres ainda estão sujeitas em todo o mundo.
Desde então, a data também tem sido utilizada para fins meramente comerciais, perdendo-se parcialmente o significado original.
Origem
A ideia da existência de um dia internacional da mulher foi proposta na virada do século XX, no contexto da Segunda Revolução Industrial, quando ocorre a incorporação da mão-de-obra feminina em massa, na indústria. As condições de trabalho, frequentemente insalubres e perigosas, eram motivo de frequentes protestos por parte dos trabalhadores. As operárias em fábricas de vestuário e indústria têxtil foram protagonistas de um desses protestos contra as más condições de trabalho e os baixos salários, em 8 de Março de 1857, em Nova Iorque.
Muitos outros protestos ocorreram nos anos seguintes, destacando-se o de 1908, quando 15.000 mulheres marcharam sobre a cidade de Nova Iorque, exigindo a redução de horário, melhores salários e direito ao voto.
O primeiro Dia Internacional da Mulher foi celebrado em 28 de Fevereiro de 1909 nos Estados Unidos da América, por iniciativa do Partido Socialista da América.
Em 1910, ocorreu a primeira conferência internacional de mulheres, em Copenhaga, dirigida pela Internacional Socialista, quando foi aprovada proposta da socialista alemã Clara Zetkin, de instituição de um dia internacional da Mulher, embora nenhuma data tivesse sido especificada. No ano seguinte, o Dia Internacional da Mulher foi celebrado a 19 de Março, por mais de um milhão de pessoas, na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça.
Poucos dias depois, a 25 de Março de 1911, um incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist mataria 146 trabalhadores - a maioria costureiras. O número elevado de mortes foi atribuído às más condições de segurança do edifício. Este foi considerado como o pior incêndio da história de Nova Iorque, até 11 de setembro de 2001. Para Eva Blay, é provável que a morte das trabalhadoras da Triangle se tenha incorporado ao imaginário coletivo como sendo o fato que deu origem ao Dia Internacional da Mulher.
Na Rússia, as comemorações do Dia Internacional da Mulher foram o estopim da Revolução russa de 1917. Em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro pelo calendário juliano), a greve das operárias da indústria têxtil contra a fome, contra o czar Nicolau II e contra a participação do país na Primeira Guerra Mundial precipitou os acontecimentos que resultaram na Revolução de Fevereiro. Leon Trotsky assim registrou o evento: “Em 23 de fevereiro (8 de março no calendário gregoriano) estavam planejadas ações revolucionárias. Pela manhã, a despeito das diretivas, as operárias têxteis deixaram o trabalho de várias fábricas e enviaram delegadas para solicitarem sustentação da greve. Todas saíram às ruas e a greve foi de massas. Mas não imaginávamos que este ‘dia das mulheres’ viria a inaugurar a revolução”.
Membros da Liga Internacional das Mulheres, 1922. Cartaz soviético de 1932. Em vermelho, lê-se: "8 de março é o dia da rebelião das mulheres trabalhadoras contra a escravidão da cozinha." Em cinza: "Diga NÃO à opressão e ao conformismo do trabalho doméstico!"
Após a Revolução de Outubro, a feminista bolchevique Alexandra Kollontai persuadiu Lenin para torná-lo num dia oficial que, durante o período soviético permaneceu numa celebração da "heroica mulher trabalhadora". No entanto, o feriado rapidamente perderia a vertente política e tornar-se-ia numa ocasião em que os homens manifestavam a simpatia ou amor pelas mulheres da vida —; uma mistura das festas ocidentais do Dia das Mães e do Dia dos Namorados, com ofertas de prendas e flores dos homens às mulheres. O dia permanece como feriado oficial na Rússia, bem como na Bielorrússia, Macedônia, Moldávia e Ucrânia).
Quando a Tchecoslováquia integrava o Bloco Soviético (1948 - 1989), esta celebração foi apoiada pelo Partido Comunista da Tchecoslováquia, e foi gradualmente transformando-se em paródia. O MDŽ (Mezinárodní den žen, "Dia Internacional da Mulher" em checo) era então usado como instrumento de propaganda do partido, que esperava assim convencer as mulheres de que considerava as necessidades ao formular políticas sociais. Durante as últimas décadas, o MDŽ acabou por se tornar uma paródia de si próprio. A cada dia 8 de março, as mulheres ganhavam uma flor ou um presentinho do chefe. Assim, o propósito original da celebração perdeu-se completamente. A celebração ritualística do partido no Dia Internacional da Mulher tornou-se estereotipada e era mesmo ridicularizada pelo cinema e pela televisão, na antiga Checoslováquia. Após o colapso da União Soviética, o MDŽ foi rapidamente abandonado como mais um símbolo ridicularizado do antigo regime.
No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920, mas esmoreceu, sendo revitalizado pelo movimento feminista da década de 1960.
1975 foi designado como o Ano Internacional da Mulher.
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A CARROÇA E AS ABÓBORAS

Então, ele parava, descia e colocava as abóboras novamente no lugar.
Mal reiniciava sua viagem, lá vinha outro solavanco e tudo se desarrumava de novo.
Cansado, começou a ficar desanimado e pensou: "Jamais vou conseguir terminar minha viagem. É impossível dirigir nesta estrada de terra, mantendo as abóboras arrumadas".
Enquanto pensava, passou à sua frente outra carroça cheia de abóboras. Ele observou que o outro cocheiro seguia em frente e nem olhava para trás. As abóboras que estavam desarrumadas organizavam-se sozinhas no próximo solavanco.
Foi quando ele compreendeu que, se colocasse a carroça em movimento, na direção do local onde queria chegar, os próprios solavancos da carroça fariam com que as abóboras se acomodassem em seus devidos lugares.
LIÇÃO DE VIDA:
Para tudo nesta vida, existe jeito. Basta ter boa vontade e jamais desistir, mesmo quando a situação parecer complicada.
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A mãe parou ao lado da pequena cama do seu filho de 6 anos, que estava muito doente. Embora o coração dela estive pesado de tristeza e angústia, ela era muito determinada. Como qualquer outra mãe, ela gostaria que ele crescesse e realizasse todos os seus sonhos. Mas agora, isso já não seria possível, por causa de uma leucemia terminal. Sentou-se perto dele, segurou-lhe a mão e perguntou:
- Filho, tu alguma vez pensaste o que queres ser quando cresceres?
- Mãe eu quero ser bombeiro!
A mãe sorriu e disse:
- Vamos ver o que podemos fazer para isso acontecer.
Mais tarde, naquele mesmo dia, ela foi ao Corpo de Bombeiros local e contou ao Chefe dos bombeiros a situação de seu filho perguntando se seria possível o menino dar uma volta no carro dos bombeiros, nem que fosse só uma volta ao quarteirão. O Chefe dos bombeiros, comovido, disse:
- NÓS PODEMOS FAZER MAIS QUE ISSO!
Se estiver com o seu filho pronto às sete horas da manhã, daqui a uma semana, nós faremos dele bombeiro honorário, por um dia inteiro. Ele poderá ir para o quartel, comer connosco e sair para atender às chamadas de incêndio. E se nos der as medidas dele, conseguiremos um uniforme completo: chapéu com o emblema do nosso batalhão, casaco igual ao que vestimos e botas também.
Uma semana depois, o chefe segurou o menino pela mão, vestiu-o com o uniforme de bombeiro e escoltou-o do hospital até o camião de bombeiros. O menino ficou sentado na parte de trás do camião e foi até o quartel central. Parecia-lhe estar no céu...
Ocorreram três chamados naquele dia na cidade e ele conseguiu acompanhá-las todas. Em cada chamada, ele foi em carros diferentes: No autotanque, na ambulância e até no carro especial do chefe dos bombeiros. Todo o amor e atenção que lhe foram dispensados acabaram por o motivar tão fortemente que ele conseguiu viver três meses a mais que o previsto.
Uma noite, todas as suas funções vitais começaram a cair dramaticamente e a mãe decidiu chamar ao hospital, toda a família.
Então, ela lembrou-se da emoção que o menino tinha sentido como bombeiro e pediu à enfermeira que ligasse para chefe da corporação, perguntando se seria possível enviar um bombeiro para o hospital, naquele momento trágico, para ficar com o menino.
O chefe dos bombeiros respondeu:
- NÓS PODEMOS FAZER MAIS QUE ISSO!
- Estaremos aí em cinco minutos. Mas faça-me um favor. Quando ouvir as sirenes e vir as luzes dos nossos carros, avise no altifalante que não se trata de um incêndio. É apenas o corpo de bombeiros que vem visitar mais uma vez, um de seus mais distintos membros. E também poderia abrir a janela do quarto dele? Obrigado!
Cinco minutos depois, um carro e um autotanque com escada chegaram no hospital. Estenderam a escada até o andar onde o menino estava, e 16 bombeiros subiram por ela. Com a permissão da mãe, abraçaram-no, brincaram com ele, e disseram que o amavam.
Com a voz fraquinha, o menino olhou para o chefe e perguntou:
- Chefe, eu sou mesmo um bombeiro?
- Sim, tu és um dos melhores – respondeu
Com estas palavras, o menino sorriu e fechou os olhos para sempre.
Morreu feliz!
E tu? Diante do pedido de teus pais, irmãos, filhos, parentes e amigos, o que fazes?
Tenta dizer sempre:
- EU POSSO FAZER MAIS QUE ISSO!
'A maior perda da vida é o que morre de bom dentro de nós enquanto vivemos”
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PEDRO E O SEU MACHADO
Pedro, um lenhador, após um grande trabalho em uma área de desmatamento, se viu desempregado. Após tanto tempo cortando árvores, entrou no corte!
A madeireira precisou reduzir custos...
Saiu, então, à procura de nova oportunidade de trabalho. Seu tipo físico, porém, muito franzino, fugia completamente do biótipo de um lenhador.
Além disso, o machado que carregava era desproporcional ao seu tamanho.
Aqueles que conheciam Pedro, entretanto, julgavam-no um ótimo profissional.
Em suas andanças, Pedro chegou a uma área reflorestada que estava começando a ser desmatada. Apresentou-se ao capataz da madeireira como um lenhador experiente.
E ele o era! O capataz, após um breve olhar ao tipo miúdo do Pedro e, com aquele semblante de selecionador implacável, foi dizendo que precisava de pessoas capazes de derrubar grandes árvores, e não de "catadores de gravetos".
Pedro, necessitando do emprego, insistiu. Pediu que lhe fosse dada uma oportunidade para demonstrar sua capacidade. Afinal, ele era um profissional experiente!
Com relutância, o capataz resolveu levar Pedro à área de desmatamento.
E só fez isso pensando que Pedro fosse servir de chacota aos demais lenhadores. Afinal, ele era um fracote...
Sob os olhares dos demais lenhadores, Pedro se postou frente a uma árvore de grande porte e, com o grito de "madeira", deu uma machadada tão violenta que a árvore caiu logo no primeiro golpe.
Todos ficaram atônitos! Como era possível tão grande habilidade e que força descomunal era essa, que conseguira derrubar aquela grande árvore numa só machadada?
Logicamente, Pedro foi admitido na madeireira.
Seu trabalho era elogiado por todos, principalmente pelo patrão, que via em Pedro uma fonte adicional de receita.
O tempo foi passando e, gradativamente, Pedro foi reduzindo a quantidade de árvores que derrubava. O fato era incompreensível, uma vez que Pedro estava se esforçando cada vez mais. Um dia, Pedro se nivelou aos demais.
Dias depois, encontrava-se entre os lenhadores que menos produziam...
O capataz que, apesar da sua rudeza, era um homem vivido, chamou Pedro e o questionou sobre o que estava ocorrendo. "Não sei", respondeu Pedro, "nunca me esforcei tanto e, apesar disso, minha produção está decaindo".
O capataz pediu, então, que Pedro lhe mostrasse o seu machado.
Quando o recebeu, notando que ele estava cheio de "dentes" e sem o "fio de corte", perguntou ao Pedro: "Por que você não afiou o machado?".
Pedro, surpreso, respondeu que estava trabalhando muito e por isso não tinha tido tempo de afiar a sua ferramenta de trabalho. O capataz ordenou que Pedro ficasse no acampamento e amolasse seu machado. Só depois disso ele poderia voltar ao trabalho. Pedro fez o que lhe foi mandado.
Quando retornou à floresta, percebeu que tinha voltado à forma antiga:
Conseguia derrubar as árvores com uma só machadada.
A lição que Pedro recebeu cai como uma luva sobre muitos de nós - preocupados em executar nosso trabalho ou, pior ainda, julgando que já sabemos tudo o que é preciso, deixamos de "amolar o nosso machado", ou seja, deixamos de atualizar nossos conhecimentos. Sem saber por que, vamos perdendo posições em nossas empresas ou nos deixando superar pelos outros.
Em outras palavras, perdemos a nossa potencialidade.
Muitos avaliam a experiência que possuem pelos anos em que se dedicam àquilo que fazem. Se isso fosse verdade, aquele funcionário que aprendeu, em 15 minutos, a carimbar os documentos que lhe chegam às mãos, depois de 10 anos na mesma atividade poderia dizer que tem 10 anos de experiência. Na realidade, tem 15 minutos de experiência repetida durante muitos anos.
A experiência não é a repetição monótona do mesmo trabalho, e sim a busca incessante de novas soluções, tendo coragem de correr riscos que possam surgir.
É "perder tempo" para afiar o nosso machado.
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O ALPINISTA
Um alpinista que sempre buscava superar mais e mais desafios.
Ele resolveu, depois de muitos anos de preparação, escalar o Aconcágua.
Mas ele queria a glória somente para ele, e resolveu escalar sozinho, sem nenhum companheiro, o que seria natural no caso de uma escalada desse grau de dificuldade.
Ele começou a subir e foi ficando cada vez mais tarde.
Porém, ele não havia se preparado para acampar e resolveu seguir a escalada decidido a atingir o topo.
Escureceu e a noite caiu como breu nas alturas da montanha e não era mais possível enxergar um palmo à frente do nariz.
Não se via absolutamente nada!
Não havia lua e as estrelas estavam cobertas pelas nuvens.
Subindo por uma "parede" a apenas 100m do topo, ele escorregou e caiu.
Caia a uma velocidade vertiginosa.
Somente conseguia ver as manchas que passavam cada vez mais rápidas na mesma escuridão e sentia a terrível sensação de ser sugado pela força da gravidade.
Ele continuava caindo...
Nesses angustiantes momentos, passaram por sua mente todos os momentos felizes e tristes que ele já havia vivido.
De repente ele sentiu um puxão forte que quase o partiu ao meio.
Como todo alpinista experimentado, havia cravado pinos de segurança com costuras a uma corda que fixou em sua cintura.
Nesse momento de silêncio, suspenso pelos ares na completa escuridão, não sobrou para ele nada além do que gritar...
- OH... MEU DEUS, AJUDE-ME!
De repente uma voz grave e profunda vinda do céu respondeu:
- QUE VOCÊ QUER DE MIM, MEU FILHO?
- Salve-me meu Deus, por favor!
- VOCÊ REALMENTE ACREDITA QUE EU POSSA TE SALVAR ?
- Eu tenho certeza, meu Deus!
- ENTÃO CORTE A CORDA QUE TE MANTÉM PENDURADO...
Houve um momento de silêncio e reflexão.
O homem se agarrou mais ainda à corda e refletiu, que se fizesse isso, morreria!
_____________
Conta o pessoal do resgate que no outro dia encontrou um alpinista congelado, morto!
Agarrado com força, com as suas duas mãos, a uma corda...
...A SOMENTE DOIS METROS DO CHÃO!
E VOCÊ?
Esta segurando firmemente sua corda?
POR QUE VOCÊ NÃO A SOLTA?
Todos nós somos regidos por uma Força Superior!
O que precisamos é aprender a escutar seus "toques" e ver seus sinais.
Então, estejamos de ouvidos atentos!
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A ÁGUIA e a GALINHA
Certa vez, um camponês andando pela floresta, encontra caído ao chão um ninho de águia, com um filhote bastante machucado, que havia caído junto com o ninho do galho mais alto, de uma das árvores mais alta do local.
Com pena da ave, levou-a para sua casa e tratou-a dia a dia. Aos poucos foi se recuperando, e o nosso camponês, sem ter onde deixá-la, acabou colocou-a no galinheiro, junto com as suas galinhas.
E, assim, a aguiazinha foi crescendo e aprendeu a se comportar exatamente como as galinhas.
Os anos se passaram. Certo dia, o camponês recebeu a visita de um naturalista que, ao ver a águia no galinheiro, afirmou: "Este pássaro não é uma galinha, é uma águia, a rainha das aves, aquela que voa mais alto e que mais perto chega do céu e do
sol. A maior de todas as aves".
O camponês confirmou o que ouviu, mas retrucou: "Não. Ela já foi uma águia. Ela foi águia quando nasceu, mas hoje é uma galinha. Veja, ela se comporta exatamente igual às galinhas".
O naturalista não se conformou e pediu ao camponês para deixá-lo libertar a águia. O camponês não tinha nada a opor, mas advertiu: "Não adianta. Você verá que ela não é mais uma águia, pois eu não sei há quanto tempo ela já está aqui e durante todos esses anos ela sempre se comportou como uma galinha".
O naturalista pegou a águia e disse: "Você sempre foi, é e sempre será uma águia. Você nasceu para voar muito alto, para ser a maior de todas as aves, a mais poderosa.
Você não é uma simples galinha. Vamos, voe em direção ao céu e ao sol, pois é o seu destino".
A águia olhou para baixo, viu as galinhas e pulou para o chão, ficando entre elas. O camponês comentou: "Não lhe disse? Ela perdeu o espírito de águia e agora é uma simples galinha".
O naturalista não se conformou e retrucou: "Não. A natureza dela não é essa. Amanhã vamos levá-la para o alto da montanha mais alta, lá ela verá o sol e voará como uma águia que é".
E assim fizeram. No dia seguinte levaram a águia até o alto da montanha mais alta e o naturalista repetiu: "Vamos! Você é uma águia, uma das mais belas criações de Deus. Você foi feita para vencer, não pode continuar agindo como uma simples galinha. Voe. Observe o céu e o sol, eles são os seus objetivos, e não a terra, o chão de um galinheiro".
A princípio a águia, de forma muito medrosa, procurou as galinhas, mas como não as encontrou por perto, passou nervosamente a bater as suas enormes asas, com quase 3 metros de envergadura; aos poucos foi criando coragem e depois de algumas tentativas frustradas e de muito medo conseguiu alçar pequenos vôos. Mais um pouco e ela se sentiu com a coragem necessária para voar em direção ao sol e ao céu; e lá foi ela, galhardamente, realizar o seu projeto de vida, para o qual havia sido criada.
Nós, seres humanos, também viemos ao mundo para realizar todos os nossos projetos e sonhos...
Ao longo da vida entretanto, alguns perdem essa coragem e desistem de buscar a sua própria realização, desfigurando-se completamente.
Acomodam-se e se deixam levar pelos obstáculos e dificuldades que a vida apresenta. Não conseguem reter o espírito de luta que faz de alguns os grandes vencedores, mas que nasceu com todos nós.
A águia é uma ave de rapina e nisto ela é exatamente o oposto do que temos de ser ao longo da nossa vida e da nossa profissão, porque não nascemos para viver de "expedientes de rapina", mas sim da nossa maravilhosa capacidade de construir sempre um mundo melhor para todos, sejam eles nossos familiares, clientes ou empresas, pois ao produzir, seja o que for, estamos melhorando a vida de todas as pessoas.
Mas, assim como a águia, viemos ao mundo para realizar grandes e bonitos "vôos ao longo da vida", transformar os nossos sonhos em realidade e . . . vencer.
Às vezes, a vida nos apresenta situações em que é difícil ser águia e sairmos "voando" em direção ao céu dos nosso sonhos e ao sol das nossas realizações, mas temos de ACREDITAR SEMPRE que isto é uma situação passageira e que logo voltaremos a ter o espírito de vitória com que nascemos, lutando para buscar sempre a plena realização de todos os nossos sonhos.
Assim como a águia, viemos ao mundo com a missão de superar todos os obstáculos que se apresentarem, pois temos de, todos os dias, começar sempre tudo de novo -- não adiantará absolutamente nada o sucesso ou o fracasso...de ontem -- e não importa o que já aconteceu, tenha sito ótimo ou péssimo, pois o que importa mesmo é ... o que você fará acontecer hoje !!!
Semelhante à águia, busque ser a realização da obra maior de Deus e lute sempre, pois é isso que diferencia os que vencem... dos que se lamentam..
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Um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço.
Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe; o pote rachado chegava apenas pela metade. Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe.
Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição, e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que ele havia sido designado a fazer.
Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia à beira do poço.
- "Estou envergonhado, e quero pedir-lhe desculpas."
- "Por que?" Perguntou o homem. - "De que você está envergonhado?"
- "Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas a metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços," disse o pote.
O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou:
- "Quando retornarmos para a casa de meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho."
De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu certo ânimo. Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha.
Disse o homem ao pote: - "Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado. Eu ao conhecer o seu defeito, tirei vantagem dele. E lancei sementes de flores no seu lado do caminho, e cada dia enquanto voltávamos do poço, você as regava.
Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa de meu senhor. Sem você ser de jeito que você é, ele não poderia ter esta beleza para dar graça à sua casa."
Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe; o pote rachado chegava apenas pela metade. Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe.
Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição, e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que ele havia sido designado a fazer.
Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia à beira do poço.
- "Estou envergonhado, e quero pedir-lhe desculpas."
- "Por que?" Perguntou o homem. - "De que você está envergonhado?"
- "Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas a metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços," disse o pote.
O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou:
- "Quando retornarmos para a casa de meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho."
De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu certo ânimo. Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha.
Disse o homem ao pote: - "Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado. Eu ao conhecer o seu defeito, tirei vantagem dele. E lancei sementes de flores no seu lado do caminho, e cada dia enquanto voltávamos do poço, você as regava.
Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa de meu senhor. Sem você ser de jeito que você é, ele não poderia ter esta beleza para dar graça à sua casa."
MORAL:
Cada um de nós temos nossos próprios e únicos defeitos. Todos nós somos potes rachados. Porém, se permitirmos, o Senhor vai usar estes nossos defeitos para embelezar a mesa de seu Pai.
Na grandiosa economia de Deus, nada se perde. Nunca deveríamos ter medo dos nossos defeitos. Se os reconhecermos, eles poderão causar beleza.
Das nossas fraquezas, podemos tirar forças.
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Aprendendo a orar
Um homem ficou muito enfermo e sua filha, preocupada, pediu a um amigo que fosse conversar com ele.Ela sabia que o pai precisava muito de orações e como não o via orando, pediu ao seu amigo que o visitasse e orasse com ele.
Quando o amigo entrou no quarto, encontrou o pobre homem deitado, com a cabeça apoiada num par de almofadas.
Havia uma cadeira ao lado da cama, fato que levou o visitante a pensar que o homem estava aguardando a sua chegada.
Você estava me esperando? - perguntou.
Não. Por que?- respondeu o homem enfermo.
Sou amigo de sua filha. Ela pediu-me que viesse orar com você. Quando entrei e vi a cadeira vazia ao lado da sua cama, imaginei que soubesse que eu viria visitá-lo.
Ah, sim, a cadeira... Você não se importaria de fechar a porta?
O visitante se ergueu e fechou a porta. O doente então lhe confidenciou:
Nunca contei isto para ninguém. Passei toda a minha vida sem ter aprendido a orar. Quando entrava em alguma igreja e ouvia falarem a respeito da oração, de como se deve orar e os benefícios que recebemos através dela, não queria saber de orações.
As informações entravam por um ouvido e saíam por outro. Eu achava tudo sem sentido.
Assim sendo, não tinha a mínima idéia de como se deve orar. Então, nunca me dispus a fazer uma prece.
Alguns anos atrás, quando a doença começou a se manifestar em meu corpo, conversando com meu melhor amigo, ele me disse:
Amigo, orar é simplesmente ter uma conversa com Jesus e isto eu sugiro que você não deixe de fazer. Vou lhe ensinar um método bem simples.
Você se senta numa cadeira e coloca outra cadeira vazia na sua frente. Em seguida, com muita fé, você imagina que Jesus está sentado nela, bem diante de você. E não pense que isto é loucura, pois Ele próprio prometeu que estaria sempre conosco.
Portanto, você deve falar com Ele e escutá-Lo, da mesma forma como está fazendo comigo agora.
Achei aquilo muito interessante. Minha resistência foi sendo vencida e decidi experimentar. Senti-me meio sem jeito, da primeira vez, mas um grande bem estar me encheu a alma.
Desde então, tenho conversado com Jesus todos os dias. Tenho sempre muito cuidado para que a minha filha não me veja, pois tenho medo que se ela souber que fico falando desta maneira, me interne em uma casa para doentes mentais.
O visitante sentiu uma grande emoção ao ouvir aquilo. Aquele homem tinha muitas dificuldades para orar e alguém, de uma maneira bem psicológica, lhe ensinara um método para vencer a muralha que parecia intransponível.
Juntos, ali mesmo, oraram, e depois o visitante se foi. Dois dias mais tarde, a filha lhe comunicou que seu pai havia morrido.
E narrou da seguinte forma: Quando eu estava me preparando para sair, ele me chamou ao seu quarto. Disse que me amava muito e me deu um beijo.
Quando eu voltei do mercado, uma hora mais tarde, já o encontrei morto. Porém, há algo de estranho em relação à sua morte. Aparentemente, antes de morrer, ele chegou perto da cadeira que estava ao lado da cama e recostou a cabeça nela. Foi assim que eu o encontrei.
* * *
Na oração, o sentimento é tudo. O Divino Mestre sempre Se fez presente ao lado dos simples e dos necessitados.
Ao nos ensinar uma fórmula para orar, ofereceu-Se como intermediário entre Deus e os homens.
Desta forma, se o seu coração está ferido, se você se sente sozinho, comece hoje a orar a Jesus.
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CARTA DE SATANÁS
Ontem eu te vi quando começava o seu dia. Acordou e nem sequer orou ao seu Deus. Ou melhor, durante todo o dia você não orou, e nem lembrou de abençoar sua comida. Você é muito ingrato para com o seu Deus, e isso em você me agrada muito. Eu também gosto da enorme fraqueza que sempre demonstra no que diz respeito ao seu crescimento espiritual, em ser um cristão.
Raramente lê a Bíblia e quando faz está cansado. Não medita no que lê, ora quase nada, além disso, muitas vezes diz palavras que não analisa. Por qualquer pretexto chega tarde ou falta ao seu culto de ensino. E o que falar de suas murmurações? Temos assistido muitos filmes juntos, sem falar nas vezes que fomos juntos ao teatro. Lembra daquele dia da tua fraqueza com aquela linda pessoa? Oh como foi bom!
Mas o mais me agrada é que você não se arrepende. E que sabe que é jovem e tem que aproveitar a vida, pensa só na carne e acredita que precisa ser salvo para a eternidade. Não há duvida você é um dos meus.
Amo as piadas vergonhosas que você conta e que também escuta. Você ri delas, eu também rio de ver um filho de Deus participando disto. O fato é que nos sentimos bem. A musica vulgar e de duplo sentido que você escuta me agrada demais. Como você sabe quais são os grupos que eu gosto de escutar? Também adoro quando murmura e se revolta contra o seu Deus.
Sinto-me feliz quando vejo você dançando e fazendo estes movimentos sensuais, eles me fascinam. Como isso me agrada!!! Você quer se encontrar comigo qualquer dia destes???
Certamente quando você está se divertindo saudavelmente, fico triste, mas sem problema, sempre haverá outra oportunidade. Tem vezes que me faz coisas incríveis, quando da mal exemplo as crianças ou quando os autoriza para perderem a sua inocência através da televisão, musicas ou coisas do gênero. Eles são tão espertos que imitam facilmente tudo o vêem. Muito obrigado.
O que mais me agrada é que poucas vezes tenho que te tentar, quase sempre cai por conta própria. Você busca os melhores momentos, se expõe as situações perigosas, me dando lugar!
Se tivesse cabeça mudaria de ambiente e de companhias; buscaria a palavra de Deus e entregaria realmente a tua vida aquele que você chama de Deus e, ainda mais, viveria o resto de seus anos sob a orientação do Espírito Santo.
Não tenho costume de enviar este tipo de mensagem, mas você é tão acomodado espiritualmente que não acredito que vá mudar nada.
Não me entenda mal, eu te odeio e não te dou a mínima. Se eu te busco é porque você me satisfaz com as tuas atitudes e faz cair em ridículo a Jesus Cristo.
Assinado . Teu inimigo, aquele que fica na espreita, aguardando o melhor momento para te influenciar, aquele que te odeia:
Satanás, Lúcifer, Inimigo ou
como queira me chamar!
P.s. Se realmente me amas,
não mostre à ninguém esta carta.
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Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida...
Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:
"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".
No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:
- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso?
- Ainda bem que esse infeliz morreu!
Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.
A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?
No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo...
Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento:
VOCÊ MESMO!
Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida.
Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida.
Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo.
Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida.
Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo.
"SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA...
QUANDO SUA EMPRESA MUDA...
QUANDO SEUS PAIS MUDAM...
QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA OU
QUANDO OS SEUS AMIGOS MUDAM.
SUA VIDA MUDA...
QUANDO VOCÊ MUDA!
VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."
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A BIBLIA E O CELULAR
Já imaginou o que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia do jeito que tratamos o nosso celular?
E se sempre carregássemos a nossa Bíblia no bolso ou na bolsa?
E se déssemos umas olhadas nela várias vezes ao dia?
E se voltássemos para apanhá-la quando a esquecemos em casa, no escritório...?
E se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos?
E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela?
E se a déssemos de presente às crianças?
E se a usássemos quando viajamos?
E se lançássemos mão dela em caso de emergência?
E mais:
Ao contrário do celular, a Bíblia não fica sem sinal.
Ela 'pega' em qualquer lugar.
Não é preciso se preocupar com a falta de crédito porque Jesus já pagou a conta e os créditos não têm fim.
E o melhor de tudo:
não cai a ligação e a carga da bateria é para toda a vida.
"Buscai o Senhor, enquanto se pode encontrar, invocai-o, enquanto está perto"! (Is 55:6)
JESUS...
O maior Homem da história, não teve nenhum empregado, no entanto chamaram-no Soberano.
Não teve nenhum diploma, no entanto chamaram-no professor.
Não tinha nenhum medicamento, no entanto chamaram-no Doutor.
Não teve nenhum exército, no entanto os reis temeram-no.
Não ganhou nenhuma batalha militar, no entanto conquistou o mundo.
Não cometeu nenhum crime, no entanto o crucificaram.
Foi enterrado num túmulo, no entanto vive hoje.
Sinto-me honrado por servir tal chefe que me Ama!
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O TIJOLO
Um jovem e bem sucedido executivo dirigia na vizinhança, correndo em seu novo Jaguar.
Observando crianças se lançando entre os carros estacionados, diminuiu um pouco a velocidade, quando achou ter visto algo.
Enquanto passava, nenhuma criança apareceu.
De repente um tijolo espatifou-se na porta lateral do Jaguar.
Freou bruscamente e deu ré até o lugar de onde teria vindo o tijolo.
Saltou do carro e pegou bruscamente uma criança empurrando-a contra um veículo estacionado e gritou:
- Por que você fez isto? Quem é você? Que besteira você pensa que está fazendo?
Este é um carro novo e caro, aquele tijolo que você jogou vai me custar muito dinheiro.
Por que você fez isto?
- Por favor senhor me desculpe, eu não sabia mais o que fazer!
Implorou o pequeno menino
- Ninguém estava disposto a parar e me atender neste local.
Lágrimas corriam do rosto do garoto, enquanto apontava na direção dos carros estacionados.
- É o meu irmão. Ele desceu sem freio e caiu de sua cadeira de rodas e eu não consigo levantá-lo.
Soluçando, o menino perguntou ao executivo:
- O senhor poderia me ajudar a recoloca-lo em sua cadeira de rodas?
Ele está machucado e é muito pesado para mim.
Movido internamente muito além das palavras, o jovem motorista engolindo "nó imenso" dirigiu-se ao jovenzinho, colocando-o em sua cadeira de rodas.
Tirou seu lenço, limpou as feridas e arranhões, verificando se tudo estava bem.
- Obrigado e que meu Deus possa abençoá-lo. A grata criança disse a ele. O homem então viu o menino se distanciar... empurrando o irmão em direção à sua casa.
Foi um longo caminho de volta para o Jaguar... um longo e lento caminho de volta.
Ele nunca consertou a porta amassada.
Deixou amassada para lembrá-lo de não ir tão rápido pela vida, que alguém tivesse que atirar um tijolo para obter a sua atenção.
MORAL:
Deus sussurra em nossas almas e fala aos nossos corações.
Algumas vezes, quando nós não temos tempo de ouvir, Ele tem que nos atirar um tijolo.
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Certa vez uma criança de + ou - uns 08 anos, entro em uma loja de joias e desenrolando um pequeno lenço, disse ao vendedor:
_ Senhor quero que enrole este lindo cordão, que tem essas pérolas azuis, como os olhos de minha irmã. Ela é muito linda, mas ultimamente não tem tido muito tempo para se divertir. Desde que minha mãe morreu, tem se dedicado de corpo e alma para mim e seus estudos.
O velhor senhor, ouvindo calado, obedeceu as ordens daquela sua pequena cliente. Então enrolou a linda joia, como pedia a criança que ainda resaltou.
_Sabia que hoje é seu aniversário e que eu quero da-lher de presente este colar.
Quando o vendedor entregou o embrulho, ela gentilmente abriu o lenço e tirou algumas moedas, e ainda disse.
_ É tudo que tenho. Juntei o ano todo para comprar este presente, será que dá?
O senhor resaltou: É claro que dá. Minha querida.
Já era tarde, quase hora de fechar, quando uma linda moça entrou na loja com um embrulho na mão. Ele logo reconheceu o pequeno pacote.
A linda moça disse:
_ Senhor venho de casa e quero devolver esta joia, sei que ela é do senhor e a minha irmã deve ter roubado. Me desculpe ela não fez por mal.
O velho homem ficou quieto por alguns segundos e em seguida falou para aquela jovem:
_ Não! Essa joia foi comprada algumas horas atrás.
A jovem surpresa disse:
_Mas como senhor? Minha irmão não tem dinheiro.
O velho homem apenas disse:
_Como! Eu não vou lhe dizer. Este é um segredo entre mim e meus clientes, mas lhe digo o seguinte: Sua irmã deu a mim tudo que ela tinha, e para mim isso já é o suficiente.
Naquele instante ficou-se em silêncio e uma pequena lágrima correu nos olhos dos dois, e assim foi saindo aquela linda jovem.
E o vendedor em silêncio pensou que na vida tudo faz sentido, e que nem sempre se entende o verdadeiro significado da palavra:
AMOR
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De onde surgiu a amizade?
Engraçado, eu sempre fico pensando em que momento da vida foi criado esse sentimento. "A AMIZADE".
Quem será que compôs o primeiro par de amigos da face da terra?
Fico imaginando que eles devem ter tido muitas dificuldades nesse relacionamento,afinal foram os pioneiros em dar carinho, aparar arestas, serem muitas vezes incompreendidos e ainda assim estarem sempre de braços abertos para receber o outro quando preciso.
Bom, mas o tempo passou e hoje já sabemos muitas coisas sobre amizade.
Há de ser entender que a amizade não é algo somente que nos traz alegrias e esse é o maior desafio dela.
Há de se aceitar que se pode ter amigos diferentes de nós, em raça, religião, temperamento, criação, cultura. Isso na verdade não é importante na amizade.
Há de se saber que as regras principais da amizade são o respeito, a consideração, a tolerância e a humildade.
A consideração é um fator muito importante também.
Não adianta sermos tudo de bom para alguém e nos momentos mais delicados e necessários para esse alguém, não termos a consideração que se resume na atenção devida.
Espera-se mesmo que a amizade, como qualquer outro sentimento, seja uma via de mão dupla. Não existe a possibilidade de só darmos, jamais recebermos e ainda assim sermos realizados nesse sentimento.
Não se trata de um "toma lá, dá cá", mas se trata de um "eu me lembro quando eu precisei e você esteve comigo, portanto agora você precisa e eu estou aqui", e isso há de ser feito com um sorriso nos lábios e muito amor no coração.
A tolerância, talvez seja essa a parte principal.
Há de se entender que nenhum ser humano vive em total estado de bom humor a vida toda. Haverão dias que os ânimos não estarão bons, o coração de um deles não estará bem.
Isso sem contar que as pessoas em geral têm os mais diversos tipos de temperamentos e de atitudes.
Há de se saber que para se ter um amigo, alguns momentos desagradáveis dele teremos que suportar, passar por cima mesmo, ignorar, sabendo inclusive que ele em algum instante fará o mesmo por nós se for amizade verdadeira o que ele sente.
Há de se saber, aceitar e entender, que a perfeição em termos de ser humano não existe, cometemos todos, diversas vezes, falhas, enormes falhas.
Nenhum de nós é o rei da verdade, nenhum de nós está certo o tempo todo. Em algum momento o nosso amigo é que será a parte certa e por mais que o nosso orgulho nos impeça de dizer, teremos que aceitar.
A humildade há de precisar estar presente sempre.
Amigos que não convivem com isso, dificilmente conseguirão levar uma amizade avante.
Há de se ter humildade pra dizer coisas simples:
eu não sei, você me ensina?
Eu não consigo, você me ajuda?
Eu não posso, tenho medo, você vai comigo?
Eu errei, me perdoa?
Eu me arrependi, você me desculpa?
Eu não fui fiel a você, me dá outra chance?
Eu disse o que não devia, você pode esquecer?
Eu ando negligenciando nossa amizade, você me permite recuperar esse tempo perdido?
Ser humilde numa amizade, não significa se humilhar, significa provar ao outro o seu grau de importância na nossa vida.
Por fim, uma amizade há de ter altos e baixos sim, há de atravessar furacões, cair em abismos, há de se despedaçar toda. Mas se for amizade de verdade, há de voltar, envolta em ferimentos, apoiada numa bengala, sangrando até. E há de encontrar o seu companheiro com o curativo nas mãos, amor no coração e disposto a dar o perdão!
Ser amigo, é todos os dias aprender alguma coisa nova, é sempre ter algo de que se arrepender por alguma coisa que se deixou de fazer.
Ser amigo é principalmente dividir uma emoção, saber acalentar um coração e deixá-lo voar pra longe de nós quando ele precisar.
Ser amigo é esquecer de si e pensar no outro.
Mas ser amigo é especialmente se recolher num cantinho e esperar esse coração voltar pra nossa mão no momento que ele achar que é bom.
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Meus avós já estavam casados há
mais de cinqüenta anos, e continuavam
jogando um jogo que haviam iniciado
quando começaram a namorar.
A regra do jogo era que, um tinha
que escrever a palavra "Neoqeav"
em um lugar inesperado, para o outro
encontrar, e assim que a encontrasse, deveria escrevê-la em outro lugar,
e assim sucessivamente.
Eles se revezavam deixando "Neoqeav" escrita por toda a casa, e assim que um
a encontrava, era sua vez de escondê-la
em outro local, para o outro achar.
Eles escreviam "Neoqeav" com os
dedos no açúcar, dentro do açucareiro,
ou no pote de farinha, para que o
próximo que fosse cozinhar achasse.
Escreviam na janela embaçada pelo
sereno, que dava para o pátio onde
minha avó nos dava pudim, que ela
fazia com tanto carinho.
"Neoqeav" era escrita no vapor
deixado no espelho, depois de um
banho quente, onde a palavra iria
reaparecer depois do
próximo banho.
Uma vez, minha avó até desenrolou
um rolo inteiro de papel higiênico
para deixar "Neoqeav" na última
folha, e enrolou tudo de novo.
Não havia limites para onde
"Neoqeav" pudesse surgir.
Pedacinhos de papel com "Neoqeav" rabiscado apareciam grudados no
volante do carro que eles dividiam.
Os bilhetes eram enfiados dentro
dos sapatos e deixados debaixo
dos travesseiros.
"Neoqeav" era escrita com os dedos
na poeira sobre as prateleiras,
e nas cinzas da lareira.
Esta misteriosa palavra tanto fazia
parte da casa de meus avós,
quanto da mobília.
Levou bastante tempo para eu passar
a entender completamente e gostar
deste jogo que eles jogavam.
Meu ceticismo nunca me deixou
acreditar em um único e verdadeiro
amor, que possa ser realmente
puro e duradouro.
Porém, eu nunca duvidei do amor
entre meus avós.
Este amor era profundo!
Era mais do que um jogo de diversão,
era um modo de vida!
Seu relacionamento era baseado em devoção e uma afeição apaixonada,
igual as quais nem todo mundo
tem a sorte de experimentar.
O vovô e a vovó ficavam de mãos
dadas sempre que podiam.
Roubavam beijos um do outro, sempre
que se batiam um contra outro,
naquela cozinha tão pequena.
Eles conseguiam terminar a frase
incompleta do outro, e todo dia
resolviam juntos, as palavras
cruzadas do jornal.
Minha avó cochichava para mim,
dizendo o quanto meu avô era bonito,
como ele havia se tornado um velho
bonito e charmoso, e ela se gabava
de dizer que sabia como pegar os
namorados mais bonitos.
Antes de cada refeição eles se
reverenciavam, e davam graças a
Deus, e bençãos aos presentes por
sermos uma família maravilhosa,
para continuarmos sempre
unidos e com boa sorte.
Mas uma nuvem escura surgiu na
vida de meus avós: minha avó
tinha câncer de mama.
A doença tinha primeiro aparecido
dez anos antes.
Como sempre, vovô estava com
ela a cada momento.
Ele a confortava no quarto amarelo
deles, que ele havia pintado dessa
cor para que ela ficasse sempre
rodeada da luz do sol, mesmo
quando ela não tivesse
forças para sair.
O câncer agora estava, de novo,
atacando seu corpo.
Com a ajuda de uma bengala e a
mão firme do meu avô, eles iam
à igreja toda manhã.
E minha avó foi ficando cada vez
mais fraca, até que, finalmente, ela
não mais podia sair de casa.
Por algum tempo, meu avô resolveu
ir à igreja sozinho, rezando a Deus
para zelar por sua esposa.
E então, o que todos nós temíamos aconteceu:vovó partiu...
"Neoqeav" foi gravada em amarelo,
nas fitas cor-de-rosa dos buquês
de flores, do funeral da vovó.
Quando os amigos começaram a ir
embora, minhas tias, tios, primos
e outras pessoas da família se
juntaram e ficaram ao redor
da vovó pela última vez.
Vovô ficou bem junto do caixão da
vovó e, num suspiro bem profundo,
começou a cantar para ela.
Através de suas lágrimas e pesar,
a música surgiu como uma canção
de ninar que vinha bem de
dentro de seu ser.
Sentindo-me muito triste, nunca vou
me esquecer daquele momento.
Porque eu sabia que mesmo sem
ainda poder entender completamente
a profundeza daquele amor, eu tinha
tido o privilégio de testemunhar
a beleza sem igual que aquilo
representava...
Aposto que a esta altura você deve
estar se perguntando:
"Mas o que Neoqeav significa?"
Essa linda palavra quer dizer:
"NEOQEAV" = NUNCA ESQUEÇA
O QUANTO EU AMO VOCÊ!!!
mais de cinqüenta anos, e continuavam
jogando um jogo que haviam iniciado
quando começaram a namorar.
A regra do jogo era que, um tinha
que escrever a palavra "Neoqeav"
em um lugar inesperado, para o outro
encontrar, e assim que a encontrasse, deveria escrevê-la em outro lugar,
e assim sucessivamente.
Eles se revezavam deixando "Neoqeav" escrita por toda a casa, e assim que um
a encontrava, era sua vez de escondê-la
em outro local, para o outro achar.
Eles escreviam "Neoqeav" com os
dedos no açúcar, dentro do açucareiro,
ou no pote de farinha, para que o
próximo que fosse cozinhar achasse.
Escreviam na janela embaçada pelo
sereno, que dava para o pátio onde
minha avó nos dava pudim, que ela
fazia com tanto carinho.
"Neoqeav" era escrita no vapor
deixado no espelho, depois de um
banho quente, onde a palavra iria
reaparecer depois do
próximo banho.
Uma vez, minha avó até desenrolou
um rolo inteiro de papel higiênico
para deixar "Neoqeav" na última
folha, e enrolou tudo de novo.
Não havia limites para onde
"Neoqeav" pudesse surgir.
Pedacinhos de papel com "Neoqeav" rabiscado apareciam grudados no
volante do carro que eles dividiam.
Os bilhetes eram enfiados dentro
dos sapatos e deixados debaixo
dos travesseiros.
"Neoqeav" era escrita com os dedos
na poeira sobre as prateleiras,
e nas cinzas da lareira.
Esta misteriosa palavra tanto fazia
parte da casa de meus avós,
quanto da mobília.
Levou bastante tempo para eu passar
a entender completamente e gostar
deste jogo que eles jogavam.
Meu ceticismo nunca me deixou
acreditar em um único e verdadeiro
amor, que possa ser realmente
puro e duradouro.
Porém, eu nunca duvidei do amor
entre meus avós.
Este amor era profundo!
Era mais do que um jogo de diversão,
era um modo de vida!
Seu relacionamento era baseado em devoção e uma afeição apaixonada,
igual as quais nem todo mundo
tem a sorte de experimentar.
O vovô e a vovó ficavam de mãos
dadas sempre que podiam.
Roubavam beijos um do outro, sempre
que se batiam um contra outro,
naquela cozinha tão pequena.
Eles conseguiam terminar a frase
incompleta do outro, e todo dia
resolviam juntos, as palavras
cruzadas do jornal.
Minha avó cochichava para mim,
dizendo o quanto meu avô era bonito,
como ele havia se tornado um velho
bonito e charmoso, e ela se gabava
de dizer que sabia como pegar os
namorados mais bonitos.
Antes de cada refeição eles se
reverenciavam, e davam graças a
Deus, e bençãos aos presentes por
sermos uma família maravilhosa,
para continuarmos sempre
unidos e com boa sorte.
Mas uma nuvem escura surgiu na
vida de meus avós: minha avó
tinha câncer de mama.
A doença tinha primeiro aparecido
dez anos antes.
Como sempre, vovô estava com
ela a cada momento.
Ele a confortava no quarto amarelo
deles, que ele havia pintado dessa
cor para que ela ficasse sempre
rodeada da luz do sol, mesmo
quando ela não tivesse
forças para sair.
O câncer agora estava, de novo,
atacando seu corpo.
Com a ajuda de uma bengala e a
mão firme do meu avô, eles iam
à igreja toda manhã.
E minha avó foi ficando cada vez
mais fraca, até que, finalmente, ela
não mais podia sair de casa.
Por algum tempo, meu avô resolveu
ir à igreja sozinho, rezando a Deus
para zelar por sua esposa.
E então, o que todos nós temíamos aconteceu:vovó partiu...
"Neoqeav" foi gravada em amarelo,
nas fitas cor-de-rosa dos buquês
de flores, do funeral da vovó.
Quando os amigos começaram a ir
embora, minhas tias, tios, primos
e outras pessoas da família se
juntaram e ficaram ao redor
da vovó pela última vez.
Vovô ficou bem junto do caixão da
vovó e, num suspiro bem profundo,
começou a cantar para ela.
Através de suas lágrimas e pesar,
a música surgiu como uma canção
de ninar que vinha bem de
dentro de seu ser.
Sentindo-me muito triste, nunca vou
me esquecer daquele momento.
Porque eu sabia que mesmo sem
ainda poder entender completamente
a profundeza daquele amor, eu tinha
tido o privilégio de testemunhar
a beleza sem igual que aquilo
representava...
Aposto que a esta altura você deve
estar se perguntando:
"Mas o que Neoqeav significa?"
Essa linda palavra quer dizer:
"NEOQEAV" = NUNCA ESQUEÇA
O QUANTO EU AMO VOCÊ!!!
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